Imagine acordar todos os dias com dores nas mãos, nos pulsos, nos ombros ou nas costas. Você sente cansaço extremo, formigamento, e percebe que está cada vez mais difícil executar tarefas simples do seu trabalho no banco.
Esse cenário é mais comum do que parece. E pode ser o seu.
A rotina no banco exige produtividade, pressão por metas e uso repetitivo de computador, caixas eletrônicos e documentos. Essas condições, mantidas diariamente, podem causar doenças ocupacionais — principalmente a temida LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), mas também tendinites, bursites, lombalgias e até transtornos emocionais decorrentes do ambiente de alta exigência.
Você já sentiu algum desses sintomas?
- Dores nas articulações das mãos ou braços
- Dormência ou formigamento nos dedos
- Dificuldade para levantar objetos
- Cansaço que não passa após o descanso
Se sim, fique atento!
A maioria dos bancários ignora esses sinais — muitos, infelizmente, só procuram ajuda quando o quadro se agrava e já existe limitação funcional ou até afastamento.
Por que isso acontece?
Muitos colegas de profissão se sentem inseguros em “enfrentar” o banco. Ficam com medo de retaliações, de perder o emprego ou de não saber quais são seus verdadeiros direitos.
Mas, sinta-se seguro: você não está sozinho e a legislação brasileira protege o trabalhador bancário nesses casos.
Se você chegou até aqui, chegou a hora de agir
Ao longo da minha carreira como advogado trabalhista especializado na categoria bancária, já ajudei centenas de profissionais como você. Bancários que recuperaram sua saúde, conquistaram indenização e garantiram estabilidade no emprego.
Eu entendo exatamente o que você está passando. E mais importante: sei quais caminhos legais podem proteger você e sua família agora mesmo.
Chegou o momento de colocar a sua saúde e seu futuro em primeiro lugar.